Quarta-feira, Outubro 28, 2009

símbolos africanos - Adinkra

O primeiro chama-se "SANKOFA" e significa "volte e pegue o que importa". Quer dizer que é importante para todos voltar ao passado para aprender lições que a vida nos deu, a fim de usá-las com sabedoria no presente.
 
O segundo, "ANANSE NTONTAN" representa a teia da aranha. Simboliza a sabedoria, complexidade da vida.
 
Terceiro, "AYA", representa força e quando vencemos desafios. Esse desenho mostra umas semente que, mesmo com todas as dificuldades, consegue gerar uma planta forte.
 
"NKYINKIM", iniciativa, dinamismo e versatilidade
 
FUNTINFUNEFU-DENKYEMFUNEFU, são crocodilos siameses, simbolizando unidade. União independente das diferenças culturais e democracia.
 
 
ps. O rei da Nigéria tirou a foto dormindo...hahahaha
 
 
 
E para finalizar, provérbios de Gana:
 
If things are getting easier, maybe you're headed downhill.

When two elephants fight it is the grass that suffers.

 

 
 

Domingo, Outubro 25, 2009

Ontem me despedi de uma amiga com quem havia brigado a muito tempo atrás. Ela vai casar e se mudar para londres e me convidou para sua festa de noivado e despedida. Foi estranho e ao mesmo tempo muito legal, e não sei porque estou me sentindo estranha. Ela ficou visivelmente emocionada com a minha presença e eu fiquei feliz por ter ido.
 
Ela realmente foi importante em uma parte da minha vida e eu sinto muito carinho por ela. Estou torcendo para que tudo saia como eles estão planejando.
 
Mas o que realmente me tocou foi o abraço que ela me deu e eu retribuí. Não sei, me mostrou que realmente o carinho que eu ainda sinto não é em vão, e que mesmo que a gente não se dê muito bem quando ficamos muito próximas, que existe alguma coisa legal e boa entre nós duas.
 
É bom sentir isso. Surpreendente bom, aindo fico comovida quando as pessoas são carinhosas comigo. Sempre tenho a sensação de estar recebendo um grande presente.

Domingo, Outubro 18, 2009

O triste fim de uma leonina:

nerd capricorniana.

Quarta-feira, Outubro 07, 2009

Je ferai un domaine | Où l`amour sera roi | Où l`amour sera loi | Et tu sera reine

Segunda-feira, Setembro 14, 2009

noite 13/09/09

 
Eu estava no aterro do flamengo a noite, tentando ir para casa. Eu tinha alguma urgência em pegar meu ônibus e estava com medo pq lá estava escuro e eu era a única pessoa no ponto. Depois chegaram algumas crianças da favela e eu ficava um pouco mais tranquila, por pelo menos ter gente por perto.
 
O 422 chegava e todos nós embarcávamos, só que ele pegava um caminho muito doido, dentro de uma favela muito íngreme. Às vezes, o ônibus tinha q voltar para pegar mais impulso e então conseguir subir a ladeira.
 
Na metade do caminho eu desço do ônibus junto com alguém que eu conhecia, e começava a ter um tiroteio bizarro. A pessoa me falava para me abaixar e deitar no chão encolhida, mas os tiros eram de fuzil, então eu pensava que me esconder não adiantaria muita coisa, mas deitava no chão.
 
Depois começava a me sentir muito fraca e não conseguia me mover direito. Sentia uma ardência no pescoço e quando passei a mão nele, ela voltou cheia de sangue.
 
Batia na porta do barraco perto de mim pedindo por ajuda, mas ficando cada vez mais fraca. Quem abria a porta era o Stênio Garcia, na forma do Dr Castanho (kkkkkkkkkk) e ele tentava me ajudar. Ele começava a me fazer um monte de perguntas, mas eu não conseguia responder. Eu pegava um pedaço de papel e escrevia o telefone da minha casa e da casa da minha tia e desmaiava.
 
Meu sonho ficava todo preto e eu conseguia ouvir as pessoas mais ou menos. Depois de um tempo ouvia a voz da minha mãe e voltava a acordar, mas ainda sem entender nada.

Quinta-feira, Setembro 03, 2009

SPAM de Petronilda Giles

Recebi um spam de uma tal de Petronilda Giles dizendo "I made you a site" no assunto.
 
Sério, quem abriria tal e-mail? Pelo que sei o spam tem algumas táticas para enganar o remetente que podem ser:
 
1 - Confundir o remetente, fazendo-o acreditar que algum conhecido realmente mandou aquele e-mail. ex.: De: Maria Silva, Assunto: Queria falar com você
A probabilidade de você conhecer uma Maria é bem maior do que uma Petronilda.
 
2 - Instigar a curiosidade. ex.: De: Víruste Peguei, Assunto: Fotos da Lady Di peladinha
Hmm, abro ou não abro...?
 
3 - Apelar para as necessidades básicas do ser humano. ex.: De: Paulão, Assunto: Aumente o seu pênis agora.
Claro que vai, querido. Claro que vai...
 
4 - Assuntos místicos. ex. De: Mãe Joana, Assunto: Trago a pessoa amada em até três dias.
Ok, esse ainda não existe. Mas seria uma forma interessante de aumentar a clientela dessas mães de santo!
 
 

Domingo, Agosto 02, 2009

Então não pertencia a mundo nenhum? E alguém pertence a algum?
Algumas pessoas são assim; em certos momentos têm a ilusão de fazer parte de um grupo, seja ele político, intelectual, boêmio, de meditação, ou a qualquer outro, mas nunca conseguem. Elas sabem que somos todos fundamentalmente sós, embora procuremos durante todo o espaço de uma vida negar essa realidade, que nem chega a ser triste, é apenas a realidade. Quanto esforço elas fazem -fizeram- para se encaixar em algum desses universos sem nunca conseguir; e será que alguém consegue? De verdade?
As pessoas às vezes se sentem irremediavelmente sós; mas basta um dia encontrar um novo amigo, um novo amor, para o mundo ficar mais bonito e a vida voltar a valer a pena.
É isso que se procura e às vezes encontra; e quando acontece, é bom demais.
Danuza Leão

Domingo, Julho 12, 2009

noite: 09/07/09

Parte 1
Andava por uma praia conversando com meu pai. O mar não estava muito bom, e a praia parecia uma grande falésia, mas ao contrário da ressaca, as pessoas estavam entrando na praia normalmente e as crianças construíam castelinhos de areia. Eu conversava com meu pai que o tempo ia virar, mas quando olho ele tinha virado a Rebecca. Eu noto a ausência dele, mas continuo falando até que avisto um hotel no meio da praia.
 
Parecia um castelo encrustado no muro de pedra que separava a praia da rua, como o desnível da praia do Arpoador. Eu lia o nome do hotel na placa presa em sua porta, mas agora não lembro. Nós entrávamos e o clima lá dentro era meio estranho. Na verdade se parece com um hotel de outro sonho, no qual eu corria e tinha um enterro.
 
Dessa vez estavam homenageando algum escritor famoso e o hotel estava muito cheio, o que fez com que eu não me hospedasse lá.
 
Parte 2
Continuo viajando (nesse momento noto que esse corte fazia sentido, era como se eu estivesse dentro de um filme), saí da praia e cheguei no campo. Nisso, a Rebecca se transformou na Flávia e estamos conversando sobre minhas fotografias. Eu estou com a minha câmera analógica, tiro algumas fotos e o filme acaba. A Flávia me conta que devo comprar o filme que ela usa, um filme amarelo. Nós saímos da estrada e encontramos uma casinha no meio de um campo aberto, que por ventura é uma loja de filmes. A Flávia logo pergunta ao vendedor sobre o filme que ela queria que eu comprasse, e o vendedor responde que ele custa R$400!
 
Eu penso que ela está maluca achando que vou comprar um filme tão caro e peço um fuji mesmo. Ela insiste para que eu leve o asa 100 ao invés do 400 como eu ia comprar, e eu acabo levando dois para garantir que não falte. Depois disso eu ando até a casa que tem mais acima e enquanto a Flávia conversa com uns amigos eu vou no banheiro fazer xixi pois estava muito apertada. O banheiro é bem sujo e eu fico pensando nisso, mas a vontade de fazer xixi é maior. Mas ele não tem porta e tem um grande vão, no qual um dos amigos fica conversando comigo.
 
Eu não ligo e faço logo o xixi, que parecia que era 1L. Quando olho para a privada o xixi era quase laranja de tão amarelado e eu me assusto.

Segunda-feira, Julho 06, 2009

noite: 4 de julho de 2009

1ª parte:
Estava na Amazônia fazendo turismo, conhecendo o local. Tudo começava em uma estrada de terra e logo eu via uma trilha pelo meio da mata que levava até o albergue em que estava hospedada. Eu andava com um pouco de receio por fazer a viagem sozinha, mas era um misto de medo com alívio. Chegava no albergue, deixava rapidamente minhas coisas e tentava fazer algum passeio.
 
Quando voltava à estrada de terra encontrava dois turistas que seguiam a outro albergue da região. Fazia amizade com eles e perguntava se eles iam fazer algum passeio naquele dia mesmo. Eles diziam que sim, que só precisavam deixar as coisas no albergue e me perguntavam se eu não queria ir com eles.
 
Eu aceitava, com um pouco de medo por não conhecê-los, mas logo ficava a vontade com a companhia. Chegávamos ao albergue deles que era de dois andares, no segundo andar havia uma sala um pouco apertada mas com uma grande janela de vidro que dava para a mata. Eu ficava na sala enquanto eles iam para seus quartos. A dona do albergue era uma mulher peculiar, meio índia meio ciagana, e logo puxava conversa comigo.
 
Enuqato conversávamos, o aparelho de tv e dvd começava a tremer e voava pela janela, caindo em um pátio central. Todo mundo ficava chocado e a filha da mulher imediatamente descia para ver se alguém havia se machucado. Ela voltava dizendo que não havia acontecido o mesmo no andar de baixo e isso só podia significar uma coisa: um fenômeno de poltergeist!
 
Eu começava a sentir uma certa presença no ambiente e quando reparava, um homem negro que estava em pé ao meu lado começava a tremer. Ele estava recebendo um espírito e ficava com uma luz branca no rosto. Eu colocava minhas mãos perto do rosto dele pedindo para aquela entidade ir embora.
 
2ª parte:
Comprava duas garrafas de vinho. Eu lia o rótulo e as uvas eram desconhecidas por mim, eu queria prová-las para ver se o vinho era bom.

Domingo, Junho 28, 2009

noite: 03/07/06

Estava andando pelo centro da cidade e encontro a Gisela do pentágono. Logo em seguida a chamei, ao que ela fez cara de desconfiada.
 
-Você deve se lembrar de mim.
-Lembro, você é a Denise, certo?
 
Começamos a andar e ela me pergunta se quero dividir um beck. Andamos até a calçada de um prédio e nos escondemos atrás de um carro. Ela pega a seda e a maconha, mistura mais alguma coisa e aperta o bagulho. Ela acende e me passa para dar um trago. Eu não sei o que dá em mim e eu acabo babando o cigarro todo. Tentei tirar um pouco da baba antes de passar para ela e fico muito sem graça.
 
É nessa hora que escuto uma sirene de polícia. Ela se levanta para ver se a viatura passou direto, mas eles a vêem* e param: alguém do prédio havia nos dedurado. A polícia logo a pega enquanto eu saio correndo para não ser presa e chegar com a grande notícia em casa.
 
Me escondo atrás de uma árvore e espero.

Segunda-feira, Junho 01, 2009

Não me interessa - Autor desconhecido

Não me interessa o que você faz para viver. Quero saber o que você deseja ardentemente, e se você se atreve a sonhar em encontrar os desejos do seu coração.


Não me interessa quantos anos você tem. Quero saber se você se arriscaria a aparentar que é um tolo por amor, por seus sonhos, pela aventura de estar vivo. Não me interessa quais os planetas que estão em quadratura com a sua lua. Quero saber se você tocou o centro de sua própria tristeza, se você se tornou mais aberto por causa das traições da vida, ou se tornou murcho e fechado por medo das futuras mágoas.

Quero saber se você pode sentar-se com a dor, minha ou sua, sem se mexer para escondê-la, tentar diminuí-la ou tratá-la. Quero saber se você pode conviver com a alegria, minha ou sua, se você pode dançar loucamente e deixar que o êxtase tome conta de você dos pés à cabeça, sem a cautela de ser cuidadoso, de ser realista ou de lembrar das limitações de ser humano.

Não me interessa se a história que você está contando é verdadeira. Quero saber se você pode desapontar alguém para ser verdadeiro com você mesmo; se você pode suportar acusações de traição e não trair sua própria alma. Quero saber se você pode ser leal, e portanto, confiável.

Quero saber se você pode ver a beleza mesmo quando o que vê não seja bonito todos os dias, e se você pode buscar a fonte de sua vida da presença de Deus. Quero saber se você pode conviver com o fracasso, seu e meu, e ainda postar-se à beira de um lago e gritar à lua cheia prateada: "Sim!

Não me interessa saber onde mora e quanto dinheiro você tem. Quero saber se você pode levantar depois de uma noite de tristeza e desespero, cansado e machucado até os ossos e fazer o que tem que ser feito para as crianças.

Não me interessa quem você é, como chegou até aqui. Quero saber se você vai se postar no meio do fogo comigo e não vai se encolher.

Não me interessa onde ou o que ou com quem você estudou. Quero saber o que o segura por dentro quando tudo o mais fracassa. Quero saber se você pode ficar só consigo mesmo e se você verdadeiramente gosta da companhia que consegue nos momentos vazios.

Domingo, Maio 31, 2009

Máximas do CC (cheiro de corpo)

Outro dia estava conversando sobre C.C. (sim, cheiro de corpo), e fui notando algumas máximas internacionais sobre o fato. Internacionais porque constatei que os americanos (no caso deles, B.O. = bad odor) comprovaram o mesmo que descrevo a seguir:

1. CC é transmitido pelo toque:
Nós brasileiros, já temos provas suficientes de que CC pega. Minha mãe sempre me falou para nunca pegar emprestado uma roupa de alguém que tenha CC, porque pega! Daí o meu medo de comprar roupas em brechós, não tenho coragem de dar uma cafungada na axila da roupa e tenho medo fazer uma compra "às cegas", chegar em casa, lavar, usar e descobrir que peguei CC de um estranho. Não será assim que pegarei CC, se for para pegar, que pelo menos seja de alguém conhecido.

2. O CC se alastra com muita facilidade em lugares fechados:
Já entrou em um ônibus com alguém que tinha CC? Então você sabe do que estou falando. Não adianta vento, bom ar, perfume forte, prender a respiração... Ele continuará lá. Isso é tão certeiro que muitas vezes a pessoa dona do cheiro já foi embora e você continua sentindo o odor desagradável. Já entrou em um elevador cheirando a CC? Eu já. E olha que elevador não tem axilas!

3. CC + Perfume Forte = CCF (CC Forte)
Nunca, jamais e em tempo algum tente disfarçar seu CC com perfume, isso só dará força a ânimo ao seu CC e o deixará indestrutível. Vá por mim, tome banho, limpe bem suas axilas e coloque um bom desodorante.

4. CC no desodorante roll on
Uma amiga estava na academia tomando banho quando uma desconhecida pediu seu desodorante roll on emprestado. Imediatamente após a sujeita devolvê-lo, ela o jogou no lixo. O motivo é o mesmo do tópico 1: CC pega no desodorante roll on, então no final das contas você não estará passando desodorante nas axilas e sim, bactérias ccrianas.

5. CC em ropua é difícil de tirar
Um outro amigo viajou para a Europa, Alemanha para ser mais precisa. Lá comprou um casaco lindo em um brechó. A parte chata é que o casaco tinha um cheiro corporal de alemão no verão do Rio de Janeiro. Imaginou, né? O coitado lavou o casaco infinitas vezes e ainda assim o cheirinho está lá, disfarçado de OMO, mas ainda é CC mesmo.

6. CC pode ser genético
Conheço casos de famílias inteiras com ele. E o pior é que desconhecem o fato de que são portadoras desse mal. Estou falando de gerações que seguem suas vidas ignorantes espalhando o terror por aí!

7. Considerações finais
Acho que a natureza errou ao criar o CC. Veja o exemplo dos gambás e de todos os outros animais que utilizam seu cheiro para atordoar seu predador e conseguir fugir com vida. No caso dos humanos isso não funciona. Um assaltante não vai deixar de te roubar porque você fede. Ou então a sua alma gêmea não vai cair de amores por você ter um cheiro forte, ela vai fugir como o Cascão da água!

Case Closed!

Segunda-feira, Maio 18, 2009

ilustração: Sanna Annukka

A cerca de um ano, recebi um e-mail de uma amiga com o trabalho dessa ilustradora, Sanna Annukka. Logo me apaixonei pelo seu estilo, que reflete sua origem metade inglesa e metade finlandesa. Em seu site, a artista explica suas influências, as florestas, lagos e vida selvagem da finlândia, além do folclore finlandês, através do livro de poemas The Kalevala.

Vale a pena entrar no site sanna-annukka.com e fuçar seu portifólio, com trabalhos que variam entre a capa do cd do Keane e um calendário turístico da Holanda.

Quinta-feira, Maio 14, 2009

Piada

Uma formiga estava tentando atravessar um rio e, para sua sorte, chega um elefante.

formiga: Ei, sr elefante! O senhor pode me dar uma carona até a outra margem do rio?

elefante: Claro, sobe aí.

Ao chegar na outra margem, a formiga muito educada agradeceu a gentileza do elefante:

formiga: Muito obrigada pela ajuda, eu estava parada aqui a horas!

elefante: Obrigada é o cacete, abaixa a calcinha!

Quarta-feira, Maio 13, 2009

A parede

"Você é trazido a este lugar e fica encarando a parede,esperando por respostas que não existem. O papel de parede te irrita, mas você não vai fazer nada a respeito.

Dia após dia você vai comer, olhar para a parede, comer, olhar para a parede, copular, olhar para a parede um pouco mais, defecar e adormecer com a esperança de que a morte chegue antes que a manhã. Sentar , pensar sobre a parede e esperar: esperar pela espera de amanhã.

E este é o melhor negocio que você pode fazer."

Autor desconhecido